Atualmente a palavra "Interatividade" tem sido potencialmente utilizada. Sobretudo com relação á aparelhos eletronicos, audio visuais e Internet.
Mas até que ponto o usuário pode influenciar com sua escolha no resultado final?
Partimos do principio que para que uma interface seja plenamente interativa, ela necessita trabalhar na virtualidade, possibilitando a ocorrência da problemática e viabilizando atualizações.
Por outro lado, uma interface reativa resume-se ao possível, que espera o clique do usuário para realizar-se.
A tela está ali, completamente programada e perfeita para disparar um mecanismo ou uma nova tela que espera por seu destravamento.
A interatividade mútua depende da virtualização, da problemática. Já interfaces potenciais são tão reativas que podem ter sua realização pré-testadas.
Existem programas que podem analisar todos os links possíveis e presentes e averiguar se conduzem corretamente aquele novo item ou aquela nova página ou seção pretendidos. Logo, percebe-se que esse tipo de interface se resume ao possível. O usuário apenas transita pelo pré-resolvido, pelo pré-testado, disparando o inevitável.
Nessas interfaces é preciso contentar-se com a potencialização do real. Um real que esteve sempre prestes a se mostrar.O computador tenta simular um ambiente interativo onde a ação do usuário é pré-determinada resultando na obtenção de sua solicitação. Uma vez que essa solicitação não é entendida pela inteligência artificial o sistema trava.
Já a relação com a interatividade se compõe pela ação, análise e alteração ou seja, na permanente troca entre comunicante > canal > receptor onde são infinitas as possibilidades de alterar os resultados.
Considerações Finais
A proposta da aula do dia 06/10 foi a análise dos textos e vídeos sobre interatividade e apresentação de exemplos de um software ou site de conteúdo interativo.
No entanto o mais próximo do conceito de interatividade que pude pensar foi no site do Wikipédia que é uma espécie de dicionário onde o usuário é livre para discordar e alterar as definições imputadas anteriormente por outros usuários.
Concluí que o site do Wikipédia não se aplica ao conceito uma vez que a problematização e a resolução das questões são realizadas pelo usuário e não em um ambiente virtual automatizado.
Depois pensei no sistema operacional Linux que tem como seu maior atrativo o chamado “código aberto” onde os usuários podem criar aplicativos. Mais uma vez pensei melhor sobre sua dinâmica e o definiria como um sistema reativo pela mesma questão apresentada com relação ao site do Wikipédia.
Vale ressaltar que em ambos os casos apesar da falsa idéia da liberdade e automação que prometem influenciar nos resultados finais existem limitações quanto ás alterações á serem feitas em suas estruturas e funcionalidades onde o termo “total interação” não se aplica, uma vez que ambos possuem o propósito de serem liberados para imputação de dados externos, ou seja, são de certa forma pré-programados para tal feito. Isentas de resolver questões e dar uma resposta que não seja esperada a partir do comando dado.
Finalmente constatei que embora tenhamos evoluído bastante com relação á tecnologia ainda não conheço nenhum software ou site que substitua a capacidade do raciocínio analítico humano de codificar, interpretar e interagir em seu meio.
Fontes de pesquisa
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